Os olhos embargados
Cheios de medos teus
Pediste que te levasse a magoa
E que te tocasse a alma
Olhando para os meus
Apertei-te contra ao peito,
num abraço perfeito
A rua como companhia
Às vezes escura e fria
Pura realidade
Ninguém olha p'ra ti
Com olhos de gente
Ate mesmo indiferente
A quem és de verdade
Esquece o teu mundo lá fora
É hora de ir dançar"
A Dança