Aprendi a nunca imaginar o futuro. Os dias têm de ser vividos um de cada vez, sem grandes expectativas. Deve ser isto que fazes, mas não o fazes da melhor forma, pois vives muito devagar e num mundo só teu. Fazes com que todos à tua volta dependam de ti. És capaz de esperar um mês em cima de uma ponte enquanto as águas abrandam, só para não molhares os pés. O que fizes-te as tuas vontades? Onde pousas-te a tua força? Onde estão as tuas luvas de boxe para lutar? Vives aprisionado numa bola de egoísmo total, onde já à muito não se fala de certezas. E pensar que um dia te tentei perceber. És incompreensível, e fazes questão de assim o ser, estás no teu direito é certo. Mas nem por um instante pensas no que te rodeia? Tentei juntar as pontas soltas, tentei compor uma musica com as notas soltas, tentei tocar uma melodia com as cordas partidas…meras esperanças que aos poucos deitas-te a baixo.
Sem te aperceberes começas-te a puxar uma corda que me afastava cada vez mais…puxas-te ate onde conseguias e eu acabei por desatar o ultimo nó que restava e soltei-me, percebi que o teu mundo não era aquele que queria viver. Somos opostos…vidas diferentes, maneiras diferentes. A tua corda não servia para mim. Não te odeio, não te recrimino, apenas não te compreendo…nem quero compreender, agora é tarde, e quero seguir, tal como tu. É certo que por caminhos diferentes, jamais me voltarei a cruzar no teu caminho.
Sem te aperceberes começas-te a puxar uma corda que me afastava cada vez mais…puxas-te ate onde conseguias e eu acabei por desatar o ultimo nó que restava e soltei-me, percebi que o teu mundo não era aquele que queria viver. Somos opostos…vidas diferentes, maneiras diferentes. A tua corda não servia para mim. Não te odeio, não te recrimino, apenas não te compreendo…nem quero compreender, agora é tarde, e quero seguir, tal como tu. É certo que por caminhos diferentes, jamais me voltarei a cruzar no teu caminho.